Amigas para sempre – Sobre amizades verdadeiras

Finalmente tive uma pequena folga do meu “TCC” e pude escrever algo! Ufa! Achei que eu mesma iria me crucificar por isso. Ficar um bom tempo sem atualizar o blog é horrível. Mas, vamos ao que interessa.

Eu estive pensando, nos últimos dias, o que significa dizer nós somos “amigas para sempre”. Afinal, amigas, segundo o site Significados.com.br, são aquelas pessoas que mantêm um relacionamento de afeto, respeito e consideração. Além disso, são pessoas que zelam pela segurança e bem-estar uma da outra e não necessariamente precisam se conhecer há muito tempo.

Uma amizade, basicamente — agora de acordo com minha vivência, não pelo site de significados — existe quando ambas as partes possuem afinidades e interesses em comum. E, quando não possuem, respeitam os interesses uma da outra. Amigas não precisam ter a mesma opinião sobre determinado assunto, elas podem debater, afinal, não são seres iguais. São como irmãs, sim, pois confiam cegamente uma na outra. Amigas tem coragem de se contar segredos que — talvez — não diriam para suas mães.

Amizade

É com sua amiga que você vai falar, no começo de namoro, das qualidades de seu namorado, independente se essas qualidades sejam elogios ou resmungos. Não importa. É com ela que você vai falar. É com sua amiga, também, que você vai chorar se ele te deixar um dia — e ela, provavelmente, vai fazer de tudo para que você volte a sorrir o seu sorriso lindo.

O problema é que percebo que algumas pessoas se autointitulam “amigas para sempre” e não fazem por onde. Dessa forma, acham que — só por serem amigas há 8 anos — a amizade nunca vai morrer e essa amizade é verdadeira. Sabe de uma coisa? Eu percebi muito disso vivendo essa realidade. E posso dizer com toda a firmeza que, sim, sua amizade vai morrer se você não cuidar. Se não preservar. Porque, cá entre nós, amiga,  independente dos 8 anos juntas, uma hora a vida separa e, se você não for atrás, adeus, amizade.

Mas, não, eu não estou sendo dura demais. Entretanto, posso afirmar com toda a certeza que já perdi amizades assim. Amizades, inclusive, que achei que durariam a vida inteira. Amizades que foram significativas para minha vida, mas que, com o tempo — ah! santo tempo! — foram se desgastando por comodidade e falta de interesse. Talvez, eu mesma não tenha sido uma boa amiga. Mas tentei. Ah! Se tentei…

Sinceramente, eu me questiono se um dia eu tive uma amiga verdadeira? Porque, sim, é difícil dizer quem é o que aqui. “Amigas para sempre” e “amizade verdadeira”, infelizmente, não é a mesma coisa. Você pode ser amiga para sempre de alguém e nunca ser uma amiga verdadeira. Ou, ao contrário. Porque uma amizade verdadeira não precisa ser para sempre.

Ainda assim, me incomoda o pensamento de que algumas pessoas simplesmente abandonam amizades por preguiça ou outros interesses. Acho que a ideia de que a outra estará sempre ali “acomoda” a amizade. Quer saber? Acho isso o cúmulo do egoísmo!

Então, se sua amizade anda assim, é bom rever conceitos. Você pode se decepcionar — talvez por perceber que nunca teve uma amiga verdadeira — ou, que bom! — continuar essa amizade. Quem sabe? Só não se esqueça o que é ser amiga independente de qualquer coisa. Ah! E cuide dessa amizade também.

Quem escreve?

Thamires Coelho, 18 anos, Rio Grande do Sul. Eterna estudante da Vida, caçadora de conhecimento, idealista, impulsiva, apaixonada e desorganizada. Adoro escrever e dar meu pitaco na conversa dos amigos! No twitter, sou a @thamirescb_.
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Existência

Fonte: Luizmotivador

Fonte: Luizmotivador

 

 

 

 

 

 

 


Quando paro para refletir sobre esse mundo
Sinto-me vazio, sem fundo.

É como se só palavras não conseguissem expressar
Toda minha ânsia, meu medo de tentar.

Andando pelas ruas, desnorteado
Percebo que a solução — como dizem — nem sempre está ao meu lado.

E, dessa forma, vou sobrevivendo
Para que um dia, enfim,
Eu viva, aprendendo.

Thamires Coelho.

Algumas coisas

Algumas coisas vêm e te arrastam. Não, tu não tens querer. Elas simplesmente te levam a um lugar que tu não queres ir, a uma hora indesejável também. Não necessariamente elas são sempre ruins, mas na maioria das vezes sim.

Algumas coisas…

Algumas coisas tu não entendes – e também não pergunta o porquê – “não me interessa, mesmo”. E aí vem a alienação.

Algumas coisas…

Algumas coisas simples, um olhar, um beijo, um sorriso podem melhorar teu dia certamente. Algumas coisas tão pequenas que não conseguimos ver – os átomos; ou, melhor, nosso DNA.

Algumas coisas tu só aprendes vivendo, só ganha estudando, só conquista disputando.

Algumas coisas…

Algumas coisas simples.
Alguma coisa é a Vida. Alguma coisa é viver.

Os animais também sentem


Girafinha

Os animais também sentem. Você acredita nisso ou seria loucura? Será? Vamos refletir? Ok, vamos.  Pois bem, eu não sou graduada no assunto em questão, mas, sinceramente, se me perguntarem se os animais sentem (sentem o quê? Dor? Amor? Paz? Conforto?) eu não sei explicar, mas eles sentem sim. Acho que foi através dos olhos deles que pude perceber isto, você já viu o olhar triste de um elefante? Não é comovente? Sim! Por isso, se você conhece algo mais revelador que os olhos de um ser me diga. Existe aquela frase: “Os olhos são a janela da alma.” Sábia. Muito sábia. E, é em cima dela, basicamente, que vou relatar algo que aconteceu comigo, na semana passada. Confiram.

Cão

Em um belo domingo de sol, meus pais saíram e levaram nosso “cão doméstico” junto; eles foram a um balneário próximo a nossa cidade. Neste dia, o Bobin Pablo (apelido carinhoso do nosso dachshund, vulgo linguicinha) ficou muito feliz com o passeio. O único porém é que ele não queria mais voltar para a casa e o pior: ele conheceu uma pessoa a qual teve um insight e se apaixonou, como os lobisomens da saga Crepúsculo. Aí, já viu… Quando o homem foi embora ele ficou desnorteado. Acontece que, nesse último domingo, meus pais foram novamente para lá, nossa casa de praia,  e o tal homem foi novamente. Dessa vez foi diferente, o cão voltou, mas na hora de descer do carro, quem o convenceria? Você deve estar pensando: cão metido a Maria-Gasolina este, não? Mas não, não é isso. Explico: ele sentiu saudades de lá, gostou do lugar, quis ficar no carro acreditando que, quem sabe, voltaria para lá um dia. Dava para ver, perceber, através de seus olhos. E aí, amigos, foi neste momento que descobri que os cães têm sentimentos (semelhantes aos nossos), assim como os touros, as girafas, as cobras, assim como todos os animais. Nós não vemos eles expressando-se, mas, através de seus olhares, é possível perceber muitas expressões: de amor, de medo, de insegurança. Ás vezes, me sinto tão semelhante a animais (i)rracionais… Ás vezes, me enxergo nos olhares deles.

grrr

A “mensagem” que eu gostaria de passar, então, é a seguinte. Primeiro, assim como eu observei pequenas atitudes do meu cão e aprendi um pouco sobre vida animal com ele, observe o seu animalzinho (ou zão), independente de ser ou não um cão. Apenas observe-o. Segundo, lembre-se: este animal tem uma estrutura (física, mental) muito mais simples que a nossa – é verdade – mas só por isso não merece ser desrespeitado. Pois é, tem a questão dos animais que comemos: porcos, frangos, galinhas, gados e outros. Mas, isto é cultural e, assim como os povos antigos, deveríamos fazer um “pequeno ritual” ao comermos destas carnes, porque além de nos darem proteínas suficientes para viver, são de animais, não animais pensantes, como nós, mas animais que sentem.

Espero que possa servir de reflexão. E que fique claro: não tenho nenhuma prova científica destes meus devaneios e tudo que falei é muito experimental. Mas observe. Pense. E repense. Eles sentem, sim. Diferente de nós, mas sentem.

Por isso, respeito, amor, carinho e respeito é o que devemos a estes seres, assim como a qualquer  ser humano!
Vamos ser a favor de todos os seres, não só de nossa espécie.

Atitudes que podem mudar nossas Vidas.

Bom dia!

Eu sempre procuro escrever coisas que possam me fazer refletir sobre a Vida e, ocasionalmente, eu encontrei essa “receita” que escrevi  no ano passado. Que fique claro que eu não tenho nenhum tipo de formação profissional sobre o ser humano, suas atitudes, etc, mas, como sou espírita, com o tempo, leitura e experiência eu percebi que se mudarmos nossas atitudes mudamos nosso destino.  Então, ficam as dicas:

Invista:

– Preservar os bons pensamentos;
– Deixar que os outros manifestem-se, mesmo que sua opinião não esteja de acordo, pois todos possuem o direito de falar o que lhes convém;
– Tentar compreender situações difíceis, colocando-se sempre no lugar de uma pessoa antes de julgá-la;
– Cultivar o amor, a boa-vontade, a paz e a serenidade no coração;
– Estudar. Buscar conhecimento, tanto das coisas materiais quanto espirituais;
– Além disso, procurar organizar-se da melhor forma possível, assim, melhorar seu padrão de vida e de pensamentos. A organização é santo remédio para novos caminhos e novas descobertas na Vida;
– Entregar-se em tudo na Vida, dar o seu melhor, suar a camiseta, servindo de exemplo ao outros;
– Alegrar todos os ambientes que você entrar de forma saudável.

*Existe um livro muito bom que eu recomendo, que chama-se Pensamentos da Zíbia Gasparetto. Independente da religião, acho que é importante refletirmos diariamente, nos melhorando sempre.
Que vocês possam se sentir melhores ao modificarem suas atitudes!

Um abraço.
Thamires.

O Carnaval

Então, é Carnaval. A época em que o sexo está em alta e que o beijo na boca está liberado! (Há quem goste de viajar, fugir do vuco-vuco humano e aproveitar de outras formas!)

Carnaval

Blocos, escolas, famílias e pessoas de todas as idades, religiões e filosofias se reúnem nessa época tão humana, tão carnal, onde uma energia poderosa é emanada. No geral e no princípio de tudo – creio eu – a ideia não era encher a cara e comer todas (desculpem-me pelo palavreado vulgar), mas sim festejar! Vejamos alguns conceitos de Carnaval retirados do Wikipedia:

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia (quem diria, hein!?) em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C. O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou do latim “carne vale” dando origem ao termo “Carnaval“.”

“A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra “Carnaval” está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão “carnis valles“, sendo que “carnis” em latim significa carne e “valles” significa prazeres.”

Carnaval

Como podemos observar, o Carnaval de hoje em dia é uma adaptação feita pela Igreja Católica. Porque, então, essa energia tão humana atinge até mesmo pessoas de outras religiões? Aqui no Brasil, por exemplo, é a segunda festa que tem maior repercussão, perdendo apenas para o Réveillon. Refletindo sobre, consigo perceber o quanto a Igreja Católica influencia o povo brasileiro, apesar de existirem, atualmente, n religiões diferentes aqui no Brasil. É claro que é difícil resistir as baterias, que muitas vezes acabam embalando até mesmo aquelas pessoas que não gostam de um batuque.

Bloco Carnavalesco

Resumindo: O Carnaval é, então,  uma data que antecede um feriado religioso, católico (Semana Santa). As pessoas já não pensam mais nisso, só querem beber e farrear, encher a cara e ficar com todas/todos. Eu não acho isso num geral uma coisa ruim – mas acabei me desgostando do Carnaval. Motivo: coisas exageradas demais, nunca tendem a dar resultados bons. Não estou dizendo que sou contra e que sou daquele tipo que sai fazendo protesto contra o Carnaval. É lindo ver o povo animado, extravasando e divertindo-se de forma saudável. Eu só acho que por conta dos exagerados, tudo acaba perdendo brilho. E, ah, como sempre, as pessoas esquecem que é uma data católica, ou seja: mais uma forma de “implantar” a religião no povo. Mas é só uma opinião. Aproveitem o Carnaval com responsabilidade: usem preservativos, divirtam-se e sejam felizes. Só tenham consciência disso. Afinal, tudo fica muito mais claro quando temos consciência do que estamos fazendo.

Abraços e até a próxima!!
Thamires.