Você já agradeceu hoje?

Passamos a vida inteira reclamando, lutando, procurando a felicidade. Mas, e o agradecimento? Você já parou para pensar o quão importante é agradecer? Não importa o que ou a quem, agradecer é sempre bom! Por isso, o post de hoje é relacionado ao verbo agradecer. Bora agradecer?

Já faz um tempo que venho pensando sobre minha vida. De uma forma engraçada e que a só a Vida sabe fazer, tudo deu certo. Deu certo sim, não foi como EU queria, mas de alguma forma a Natureza transpirou a meu favor. Vai saber, né?

Fonte: We heart it

Fonte: We heart it

Passei então a perceber que independe das forças que coordenam e mantém o Universo (por enquanto) em equilíbrio, estamos todos subordinados a elas, independente de nossas vontades. Sim, as nossas vontades contam muito também, mas eu queria muito duas coisas e não ganhei nenhuma. #trágico?

Indignada, cheguei até questionar, muitas vezes, minhas crenças, mas percebi que não tem necessariamente a ver com elas: tem a ver comigo. Completamente comigo, não com o que eu acredito. E eu vi que não vale a pena se preocupar excessivamente com as coisas — tudo bem, isso até pode ser culpa do livro do Jack Kerouac — mas eu provei que se estressar excessivamente só vai me causar mais cabelos brancos indesejáveis.

Ao invés disso, ainda na minha autorreflexão, percebi que vale mais a pena eu agradecer às forças inertes no Universo  PELA MINHA VIDA?  do que eu ficar reclamando e me questionado ‘PORQUÊ?’ quando eu já sei a resposta. Sabe?

Não é difícil perceber isso, mas é mais fácil reclamar e jogar a culpa, o fracasso, o erro, nas costas de alguém. É mais fácil apontar o dedo, dizer que um ‘Deus’ é errado, ou que ele sabe o que faz, e deixar-se levar pelo fluxo…
…Eu prefiro acreditar que tudo está certo. Porém, para sabermos disso, não precisamos de crenças e sim agradecer e enxergar a vida — se for necessário — com outros olhos. De preferência, com a cor distintas dos seus.

Enfim, sei que não é fácil agradecermos. Tampouco, enxergarmos nosso erro. Porém, sei também que é necessário, uma vez que, agradecendo, demonstramos, simultaneamente, um pouco de humildade. E isto faz bem para qualquer um.

Eu queria escrever mais, divagar e divagar, mas talvez o texto tenha ficado um pouco confuso. De qualquer maneira, agradecer é necessário. Já parou para se perguntar se você já agradeceu hoje?

Thamires Coelho, 18 anos, Rio Grande do Sul. Eterna estudante da Vida, caçadora de conhecimento, idealista, impulsiva, apaixonada e desorganizada. Adoro escrever e dar meu pitaco na conversa dos amigos! No twitter, divago em @thamirescoelho_.

Escolhas

Então, finalmente, eu tive a opção de escolher algo para minha vida: a data do vestibular coincidira com a dos exames finais do meu colégio, assim, eu tive que escolher. Eu tive que escolher, mas naturalmente não foi o mais sensato, não foi o mais correto ou o mais esperado por todos.

Fonte: Weheartit.com

Fonte: Weheartit.com

Eu decidi fazer o vestibular. Deixei os exames para trás, acreditando nas palavras do advogado amigo de meu pai, e fui para Porto Alegre realizar o vestibular da UFRGS. Foram quatro longos dias. Mas, quer saber? Valeu a pena! Valeu a pena, pois eu estava fazendo algo que eu queria, algo que eu deveria fazer. Ora, eu havia sido privada de fazer os outros exames, por uma série de justificativas meia-boca e cheias de mimimi, e estava, sim, pouco me importando para os professores.

Fui até Porto Alegre, realizei o Concurso Vestibular para a universidade e, ansiosa, aguardei o listão. No dia, a internet móvel mal funcionava direito e eu, nervosa, havia recém chegado da praia. Meus pais, cheios de expectativa e esperança — afinal, eu havia deixado para trás o Ensino Médio — haviam até programado algo especial para a noite, caso tudo ocorresse como o esperado…

… Mas, surpresa! Meu nome não estava no listão. E o meu nome não estar no listão não significava que eu havia apenas rodado na UFRGS, mas significava também que eu havia desperdiçado grande energia e tempo em algo propício ao meu fracasso. Lamentável. Todos deveriam ter me olhado como uma fracassada, como uma pessoa inconsequente, irresponsável, totalmente insana.

Entretanto, não passar nesse vestibular me fez enxergar algo. Me fez ver que talvez minhas atitudes foram erradas, que me arrisquei demais, mas que, acima de tudo, eu deveria ter feito isso. Afinal, um Instituto Federal (que é onde eu faço o Ensino Médio e o Técnico) não deveria me privar de fazer um Concurso Vestibular, que também é de uma instituição federal. Me fez ver que eu fui corajosa, que tentar é necessário, que acreditar é preciso. Eu me reinventei. Eu provei coisas que muitos, até que me julgaram, não seriam capaz de provar. Foi inovador. Foi inspirador. Como o 2014 que eu esperava… Cheio de atitudes e menos mimimis.

Eu estou feliz. Eu perdi o vestibular e — talvez, ainda não sei — o Ensino Médio. De qualquer maneira, estou íntegra. Me sinto bem comigo mesma e não vou chorar por isso. Algumas pessoas me estranham e me olham torto, mas é que elas não perceberam, ainda, que escolher entre alguma coisa e outra te dá uma liberdade tão grande em relação a sua própria vida que nem podem imaginar. Pois é.

A vida é feita de escolhas.

Adeus, Ano Velho! Feliz Ano Novo!

Chegamos a mais um final de ano… E, nesse momento, milhares de mentes pensantes estão matutando sobre o seu amanhã, como será o seu 2014… Pois é.

Acontece que não somos donos do tempo e não podemos controlá-lo; mas podemos, sim, transmitir e desejar as melhores coisas para os outros. E, pensando sobre isso, me pego a calcular quantas pessoas desejam o melhor para os outros e esquecem de se melhorar, de desejar se melhorar. Para essas, o que desejo é que consigam olhar para dentro de si mesmas e enxergare algo de bom: seja seus bonitos olhos, suas pernas bem torneadas ou sua inteligência admirável.

Há outras pessoas, porém, que não desejam só um bom 2014… Elas desejam mais. Elas anseiam mais. E, se assim como eu, você quer praticamente mudar e decidir sua vida nesse próspero e próximo ano, o que eu lhe digo é . Ou melhor: CORRA. Corra como nunca antes correu, corra como um desesperado, um apaixonado pelo seu sonho. Porque é esse seu sonho, certamente, que o impulsionará a vencer qualquer coisa em 2014… Seja um pequeno obstáculo, sejam as indesejáveis gorduras que você tanto quis queimar.

Dessa maneira, só me resta desejar que refletam sobre um ano melhor, com atitudes e pensamentos melhores que, muito provavelmente, irão transformar sua vida em algo muito melhor também. Que possamos nos divertir nessa virada de ano sem nos esquecermos do quão importante é começarmos bem o ano. Feliz 2014 & Feliz Ano Novo!

Natal, presentes e afins

Pois é, chegou o Natal! Compras, compras e muita festa para muitos e…

…Digo, para muitos, porque o Natal, ou seja, a comemoração do nascimento de Cristo é, basicamente, uma celebração oriunda da Igreja Católica. É óbvio… Atualmente, com a globalização de todas as coisas – até mesmo da religião – muitas outras igrejas, centros, templos e similares, que foram de alguma forma baseadas na religião cristã, são adeptas ao Natal. E eu paro para me perguntar… Por quê? A resposta, para mim, é simples – apesar de contraditória: o Natal é um evento massificado, porque, inicialmente, a religião cristã expandia-se massivamente.

Parando para pensar na nossa situação atual, percebo que  existem, sim, muitos cristãos; porém, boa parcela deles não creem em Natal. A questão em si não é nem essa, mas é a proporção que o Natal toma. Primariamente – e como passa na TV, no dia e na véspera de Natal – não havia essa troca de presentes, que, hoje, manipula e distorce o sentido de Natal. Por outro lado: haviam mães e filhos, viventes de uma terra árida e seca, aos prantos com a crueldade de um certo imperador e seu exército. Pois é! Vai entender. O que tem a ver trocarmos presentes hoje com aquela dura luta de Jesus Cristo? Por acaso, isso é uma forma de gratidão a ele?

Natal

Sabe, eu sou religiosa, sim. Mas gosto de pensar no porquê das coisas e questioná-las incansavelmente, até eu conseguir compreendê-las. Dessa forma, na minha opinião, o Natal deveria ser um momento de recolhimento, onde refletiríamos e agradeceríamos a morte de um homem corajoso e bom, que salvou a humanidade, como muitos dizem. Pois é, mas não vejo isso. Não vejo isso e fico terrivelmente irritada, pois vejo crianças sendo mimadas pelos seus pais e nem aí para o “verdadeiro sentido” da data cristã. Vejo cidadãos, intoxicados pela ideia de Natal, dar presentes, presentearem todos os seus amigos e família, acreditando estarem fazendo o certo pelo espírito natalino. Presentes, esses, que muitas vezes nem podem bancar. Nem podem dar. Mas dão. Porque a data exige isso. Quem disse?

Quer minha opinião? O melhor presente de Natal seria, na verdade, uma boa reflexão e agradecimento pelas coisas que temos. Pelo nascer do sol, pelo canto dos pássaros. Não quer dizer, porém, que eu não curta presentes natalinos ou até mesmo essa data. Eu gosto sim. Eu até acho legal. Mas, nas proporções de hoje, massificada e insignificante – muito diferente de antigamente e de sua origem – eu não quero. Não quero porque não instiga; o Natal passa a ser só mais um motivo de mais cifrões em bolsos de vendedores que investem forte nessa data. E daí, meu amigo, o sentido se perde. Se perde, porque não era esse desde o começo.

Quer saber minha opinião? Sou a favor de dar presentes de Natal sim. Mas sou a favor de presentear conscientemente, pensando duas vezes se vale ou não a pena. Sou a favor de presentear, também, além dessa data ou da data do aniversário. Sou a favor de presentear todos os dias. E no Natal, quem sabe, agradecer. E não se viciar em uma época puramente consumista, comercial e superficial. Enfim… Penso que as coisas estão invertidas e só. Aliás, o que não está, nos dias de hoje?

Quem escreve?

Thamires Coelho, 18 anos, Rio Grande do Sul. Eterna estudante da Vida, caçadora de conhecimento, idealista, impulsiva, apaixonada e desorganizada. Adoro escrever e dar meu pitaco na conversa dos amigos! No twitter, sou a @thamirescb_.

Hoje é dia do amigo. Você sabe porque?

Bom dia, leitores! Hoje quero falar sobre um assunto bem interessante: 20 de julho, o dia do amigo (pelo menos aqui no Brasil).

Mas porque o dia do amigo é comemorado hoje? Qual sua origem?
Vamos descobrir agora!

O dia do amigo é comemorado dia 20 de julho devido a pisada do homem na Lua. Como assim? Que *&@#@! é essa? É simples: Enrique Ernesto Febbraro, um argentino, vendo que teoricamente o homem pisou na Lua no dia 20 de julho de 1969 teve a alucinante ideia de enviar 4.000 cartas para diversos países em inúmeras línguas alegando que “se o homem conseguiu unir-se aos seus semelhantes (extraterrestres?) nada, realmente, era impossível”. Louco, não? Em outras palavras: o sujeito queria tanto implantar o dia do amigo, ou da amizade mundialmente, que aproveitou a deixa da (suposta) “pisada do homem na Lua” para instituir o dia do amigo.

(Aí eu me pergunto: Estamos comemorando o que? Ou melhor, pelo que?)

Enfim, um pouco mais de História: muito antes da célebre ideia de Febbraro, a Cruzada Mundial da Amizade, em 1958, já havia suposto a criação desse dia, porém nomeado Dia da Amizade. Pequena explicação do Wikipédia:  “Foi uma campanha em favor da valorização e realce da amizade entre os seres humanos, de forma a fomentar a cultura da paz. Foi idealizada pelo médico Ramón Artemio Bracho em Puerto PinascoParaguai em 1958. A partir desta ideia, se fixou o 30 de julho como Dia da Amizade.” 

Interessante, né? Atualmente, o que a ONU reconhece como Dia Internacional da Amizade é esse mesmo dia, 30 de julho, pois considerou os argumentos da Cruzada Mundial da Amizade válidos. Bom, segundo as fontes, os votos foram unânimes para a data comemorativa ser nesse dia, além disso da Assembleia participaram 43 países.

Mas, afinal, o que eu quero com esse post? (Não, não é acabar com a sua comemoração com seus amigos!)

  • Primeiro, eu quero dizer que comemoramos essas datas, muitas vezes, sem saber o porquê. Isso é ruim? Não, não é. Mas nos torna alienados dentro da nossa própria cultura.
  • Segundo, que o homem NÃO pisou na Lua! Foi uma jogada dos Estados Unidos durante a Guerra Fria contra a União Soviética para mostrar para a mesma que esse possuía mais tecnologia, logo, ganharia a “corrida espacial”. Além disso, na guerra entre EUA x URSS o cenário era de medo e rivalidade. Como este louco, Enrique Febbraro, pode ter pensado em um dia do amigo logo nesse cenário? (Essa resposta é de vocês)

Basicamente, é isso. Mas só quero dar umas últimas palavras antes de você fechar meu blog: O dia do amigo não é 20 de julho, seja lá por qual razão, não é 30 de julho, porque a ONU quis assim e não é nenhum outro dia específico. Como podemos delimitar esse dia? É a mesma coisa que delimitarmos o Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia da Avó, Dia Internacional das Mulheres… Eu não discordo de nenhuma dessas datas, nem quero lhe persuadir… Só penso que temos que ter consciência que esses dias, além de comerciais, muitas vezes, tem origem que não conhecemos e tampouco concordamos.

Então, vamos pesquisar mais?

Amigos

Fonte: We heart it.

Um abraço a todos. E viva o dia do amigo.
Que é todos os dias.

Fontes de pesquisa: Wikipédia, O Candelabrado, aulas de História do cursinho: Teorema/RG.

Reflexão do dia: Arrepender-se

Fonte: Docedeni - Blogspot.com

Fonte: Docedeni – Blogspot.com

Arrepender-se.

Ao menos uma vez você já se arrependeu de algo. Algo que acredita que tenha feito errado, algo que acredita que tenha feito certo e os outros acharam errado. A real é que o arrependimento é um sentimento que vem de fora para dentro, que nos transforma literalmente. E, pensando nisso agora, percebo que me arrependo, sim, do que fiz, mas que esse “erro” me fez crescer.

É estranho, porque só aprendemos errando mesmo. É estranho.
O arrependimento está ligado também com a imagem que você tem de você mesmo e pode significar que se exige demais. Que não se aceita e que não aceita, principalmente, errar. Acontece que errar é necessário para a mudança (como já falei aqui). No mínimo, curioso.

O arrependimento tem o poder de te fazer sentir culpado, mesmo que você realmente não seja. Eu sei, é horrível tal sensação, mas acontece. Por isso, depois de uma discussão caliente com seu namorado, você se sente o pior dos seres e vai correndo pedir desculpas. Não que você esteja errada em correr atrás, mas deixar rolar, às vezes, não faz mal.

Pois é, acho que todos fazem isso quando se sentem arrependidos. Seria normal ou apenas uma influência, um dogma da sociedade? Vamos pensar?

Eu gosto de acreditar que podemos tudo, que devemos rever nossos atos sempre… Mas que, acima de tudo, arrepender-se não significa submissão. Pode ser, até, que você seja menos orgulhoso ou menos vaidoso do que quem começou a briga e se “render”. Mas se você entender o porque do sentimento de culpa – o arrependimento – e transformá-lo em algo bom, certamente verá com outros olhos o ato de se arrepender.

Por isso, eu não posso condenar quem se arrepende. Eu, mesma, faço muito isso e muitas vezes não: sou radical e orgulhosa até o fim. E isso é de se pensar. Valerá a pena ser assim?

Well, fica a reflexão para quinta-feira! 🙂

O Brasil Acordou: Sobre os movimentos, manifestos e protestos a nível nacional

O Brasil Acordou!

Você está ligado no que anda ocorrendo no Brasil? Tem acompanhado as últimas notícias? Se não, faça-o! Se sim, continue! É muito importante nos movimentarmos, irmos às ruas. É muito importante, nesse momento, sairmos, mostrar nossa indignação, nossa insatisfação com os problemas que cada dia mais se atenuam no Brasil e que não possuem soluções imediatas.

Basicamente, a origem desses movimentos pacíficos está no aumento da tarifa do transporte público. O povo, então, já insatisfeito com o roubo que pagavam por um serviço de péssima qualidade e ônibus sempre lotados, se revoltou e foi às ruas. E eles tem toda a razão! Afinal, manifestar-se é direito do cidadão, os cidadãos podem e devem demonstrar sua insatisfação perante algum fato.

Acontece que, nesses movimentos que eram para ser pacíficos, surgiram pessoas (certamente de má-fé) que começaram a ter uma atitude desrespeitosa e hostil com a polícia. Vejam bem: eu não sou do lado da polícia, mas também não posso dizer que ela está errada. A princípio, era para ser um movimento pacifista, sem violência, sem depredação. E, infelizmente, as pessoas com más intenções aproveitam-se para depredar patrimônios, violentar policiais, quebrar vidros de carros de terceiros entre outras barbaridades. Isso é, sem dúvida, vergonhoso. Pois este movimento brasileiro está sendo visualizado mundialmente (uma vez que a Copa 2014 está aí) e poderíamos, realmente, fazer bonito.

Mas, acima de tudo isso, é importante lembrar que um fato não anula o outro… E pelo que pude perceber, a mídia (leia-se: Rede Globo) tem mudado a maneira de relatar os fatos (menos censurados) pois o povo, literalmente, está puto! Felizmente, a população não é burra como, talvez, algum dia alguém pensou. E escolheu a hora certa de agir: em plena Copa das Confederações. Tem momento melhor?

#VemPraRua

E eu acho esses movimentos, sinceramente, pertinentes e os apoio! É momento de sairmos às ruas, de mostrar a indignação com a falta de investimento na educação, na saúde, no transporte público. Afinal, não é um direito de todo cidadão ter uma Vida de boa qualidade? Só para lembrar: o Brasil é um dos países que mais cobra impostos no mundo, para onde vai essa grana? Porque existe dinheiro, BILHÕES DE REAIS, para ser investido em Copa 2014, em outras necessidades supérfluas e não nas essenciais? Você já parou para pensar nisso?

Nessa quinta-feira, haverá um movimento aqui na minha cidade. Eu vou. E espero que os outros também vão.  Só que não vou para violentar, não vou para desrespeitar, não vou para agredir e não vou para depredar! Não podemos confundir as coisas, pois se não a parte rebelde, radical, violenta, acaba representando um todo, que só quer manifestar-se por melhorias nas políticas públicas, principalmente.

Não podemos nos esquecer de nos cutucarmos e o colega do lado também. Por enquanto, alguns não querem reivindicar , não querem sair às ruas, porque não lhes tange. Assim fica fácil. Unidos, sempre poderemos mais. #VemPraRuaBrasil!

Uma boa terça-feira de muita reflexão a todos!
Thamires Coelho.