Adeus, Ano Velho! Feliz Ano Novo!

Chegamos a mais um final de ano… E, nesse momento, milhares de mentes pensantes estão matutando sobre o seu amanhã, como será o seu 2014… Pois é.

Acontece que não somos donos do tempo e não podemos controlá-lo; mas podemos, sim, transmitir e desejar as melhores coisas para os outros. E, pensando sobre isso, me pego a calcular quantas pessoas desejam o melhor para os outros e esquecem de se melhorar, de desejar se melhorar. Para essas, o que desejo é que consigam olhar para dentro de si mesmas e enxergare algo de bom: seja seus bonitos olhos, suas pernas bem torneadas ou sua inteligência admirável.

Há outras pessoas, porém, que não desejam só um bom 2014… Elas desejam mais. Elas anseiam mais. E, se assim como eu, você quer praticamente mudar e decidir sua vida nesse próspero e próximo ano, o que eu lhe digo é . Ou melhor: CORRA. Corra como nunca antes correu, corra como um desesperado, um apaixonado pelo seu sonho. Porque é esse seu sonho, certamente, que o impulsionará a vencer qualquer coisa em 2014… Seja um pequeno obstáculo, sejam as indesejáveis gorduras que você tanto quis queimar.

Dessa maneira, só me resta desejar que refletam sobre um ano melhor, com atitudes e pensamentos melhores que, muito provavelmente, irão transformar sua vida em algo muito melhor também. Que possamos nos divertir nessa virada de ano sem nos esquecermos do quão importante é começarmos bem o ano. Feliz 2014 & Feliz Ano Novo!

Natal, presentes e afins

Pois é, chegou o Natal! Compras, compras e muita festa para muitos e…

…Digo, para muitos, porque o Natal, ou seja, a comemoração do nascimento de Cristo é, basicamente, uma celebração oriunda da Igreja Católica. É óbvio… Atualmente, com a globalização de todas as coisas – até mesmo da religião – muitas outras igrejas, centros, templos e similares, que foram de alguma forma baseadas na religião cristã, são adeptas ao Natal. E eu paro para me perguntar… Por quê? A resposta, para mim, é simples – apesar de contraditória: o Natal é um evento massificado, porque, inicialmente, a religião cristã expandia-se massivamente.

Parando para pensar na nossa situação atual, percebo que  existem, sim, muitos cristãos; porém, boa parcela deles não creem em Natal. A questão em si não é nem essa, mas é a proporção que o Natal toma. Primariamente – e como passa na TV, no dia e na véspera de Natal – não havia essa troca de presentes, que, hoje, manipula e distorce o sentido de Natal. Por outro lado: haviam mães e filhos, viventes de uma terra árida e seca, aos prantos com a crueldade de um certo imperador e seu exército. Pois é! Vai entender. O que tem a ver trocarmos presentes hoje com aquela dura luta de Jesus Cristo? Por acaso, isso é uma forma de gratidão a ele?

Natal

Sabe, eu sou religiosa, sim. Mas gosto de pensar no porquê das coisas e questioná-las incansavelmente, até eu conseguir compreendê-las. Dessa forma, na minha opinião, o Natal deveria ser um momento de recolhimento, onde refletiríamos e agradeceríamos a morte de um homem corajoso e bom, que salvou a humanidade, como muitos dizem. Pois é, mas não vejo isso. Não vejo isso e fico terrivelmente irritada, pois vejo crianças sendo mimadas pelos seus pais e nem aí para o “verdadeiro sentido” da data cristã. Vejo cidadãos, intoxicados pela ideia de Natal, dar presentes, presentearem todos os seus amigos e família, acreditando estarem fazendo o certo pelo espírito natalino. Presentes, esses, que muitas vezes nem podem bancar. Nem podem dar. Mas dão. Porque a data exige isso. Quem disse?

Quer minha opinião? O melhor presente de Natal seria, na verdade, uma boa reflexão e agradecimento pelas coisas que temos. Pelo nascer do sol, pelo canto dos pássaros. Não quer dizer, porém, que eu não curta presentes natalinos ou até mesmo essa data. Eu gosto sim. Eu até acho legal. Mas, nas proporções de hoje, massificada e insignificante – muito diferente de antigamente e de sua origem – eu não quero. Não quero porque não instiga; o Natal passa a ser só mais um motivo de mais cifrões em bolsos de vendedores que investem forte nessa data. E daí, meu amigo, o sentido se perde. Se perde, porque não era esse desde o começo.

Quer saber minha opinião? Sou a favor de dar presentes de Natal sim. Mas sou a favor de presentear conscientemente, pensando duas vezes se vale ou não a pena. Sou a favor de presentear, também, além dessa data ou da data do aniversário. Sou a favor de presentear todos os dias. E no Natal, quem sabe, agradecer. E não se viciar em uma época puramente consumista, comercial e superficial. Enfim… Penso que as coisas estão invertidas e só. Aliás, o que não está, nos dias de hoje?

Quem escreve?

Thamires Coelho, 18 anos, Rio Grande do Sul. Eterna estudante da Vida, caçadora de conhecimento, idealista, impulsiva, apaixonada e desorganizada. Adoro escrever e dar meu pitaco na conversa dos amigos! No twitter, sou a @thamirescb_.

Amigas para sempre – Sobre amizades verdadeiras

Finalmente tive uma pequena folga do meu “TCC” e pude escrever algo! Ufa! Achei que eu mesma iria me crucificar por isso. Ficar um bom tempo sem atualizar o blog é horrível. Mas, vamos ao que interessa.

Eu estive pensando, nos últimos dias, o que significa dizer nós somos “amigas para sempre”. Afinal, amigas, segundo o site Significados.com.br, são aquelas pessoas que mantêm um relacionamento de afeto, respeito e consideração. Além disso, são pessoas que zelam pela segurança e bem-estar uma da outra e não necessariamente precisam se conhecer há muito tempo.

Uma amizade, basicamente — agora de acordo com minha vivência, não pelo site de significados — existe quando ambas as partes possuem afinidades e interesses em comum. E, quando não possuem, respeitam os interesses uma da outra. Amigas não precisam ter a mesma opinião sobre determinado assunto, elas podem debater, afinal, não são seres iguais. São como irmãs, sim, pois confiam cegamente uma na outra. Amigas tem coragem de se contar segredos que — talvez — não diriam para suas mães.

Amizade

É com sua amiga que você vai falar, no começo de namoro, das qualidades de seu namorado, independente se essas qualidades sejam elogios ou resmungos. Não importa. É com ela que você vai falar. É com sua amiga, também, que você vai chorar se ele te deixar um dia — e ela, provavelmente, vai fazer de tudo para que você volte a sorrir o seu sorriso lindo.

O problema é que percebo que algumas pessoas se autointitulam “amigas para sempre” e não fazem por onde. Dessa forma, acham que — só por serem amigas há 8 anos — a amizade nunca vai morrer e essa amizade é verdadeira. Sabe de uma coisa? Eu percebi muito disso vivendo essa realidade. E posso dizer com toda a firmeza que, sim, sua amizade vai morrer se você não cuidar. Se não preservar. Porque, cá entre nós, amiga,  independente dos 8 anos juntas, uma hora a vida separa e, se você não for atrás, adeus, amizade.

Mas, não, eu não estou sendo dura demais. Entretanto, posso afirmar com toda a certeza que já perdi amizades assim. Amizades, inclusive, que achei que durariam a vida inteira. Amizades que foram significativas para minha vida, mas que, com o tempo — ah! santo tempo! — foram se desgastando por comodidade e falta de interesse. Talvez, eu mesma não tenha sido uma boa amiga. Mas tentei. Ah! Se tentei…

Sinceramente, eu me questiono se um dia eu tive uma amiga verdadeira? Porque, sim, é difícil dizer quem é o que aqui. “Amigas para sempre” e “amizade verdadeira”, infelizmente, não é a mesma coisa. Você pode ser amiga para sempre de alguém e nunca ser uma amiga verdadeira. Ou, ao contrário. Porque uma amizade verdadeira não precisa ser para sempre.

Ainda assim, me incomoda o pensamento de que algumas pessoas simplesmente abandonam amizades por preguiça ou outros interesses. Acho que a ideia de que a outra estará sempre ali “acomoda” a amizade. Quer saber? Acho isso o cúmulo do egoísmo!

Então, se sua amizade anda assim, é bom rever conceitos. Você pode se decepcionar — talvez por perceber que nunca teve uma amiga verdadeira — ou, que bom! — continuar essa amizade. Quem sabe? Só não se esqueça o que é ser amiga independente de qualquer coisa. Ah! E cuide dessa amizade também.

Quem escreve?

Thamires Coelho, 18 anos, Rio Grande do Sul. Eterna estudante da Vida, caçadora de conhecimento, idealista, impulsiva, apaixonada e desorganizada. Adoro escrever e dar meu pitaco na conversa dos amigos! No twitter, sou a @thamirescb_.