A arte de culpar os outros

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O Carnaval

Então, é Carnaval. A época em que o sexo está em alta e que o beijo na boca está liberado! (Há quem goste de viajar, fugir do vuco-vuco humano e aproveitar de outras formas!)

Carnaval

Blocos, escolas, famílias e pessoas de todas as idades, religiões e filosofias se reúnem nessa época tão humana, tão carnal, onde uma energia poderosa é emanada. No geral e no princípio de tudo – creio eu – a ideia não era encher a cara e comer todas (desculpem-me pelo palavreado vulgar), mas sim festejar! Vejamos alguns conceitos de Carnaval retirados do Wikipedia:

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia (quem diria, hein!?) em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C. O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou do latim “carne vale” dando origem ao termo “Carnaval“.”

“A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra “Carnaval” está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão “carnis valles“, sendo que “carnis” em latim significa carne e “valles” significa prazeres.”

Carnaval

Como podemos observar, o Carnaval de hoje em dia é uma adaptação feita pela Igreja Católica. Porque, então, essa energia tão humana atinge até mesmo pessoas de outras religiões? Aqui no Brasil, por exemplo, é a segunda festa que tem maior repercussão, perdendo apenas para o Réveillon. Refletindo sobre, consigo perceber o quanto a Igreja Católica influencia o povo brasileiro, apesar de existirem, atualmente, n religiões diferentes aqui no Brasil. É claro que é difícil resistir as baterias, que muitas vezes acabam embalando até mesmo aquelas pessoas que não gostam de um batuque.

Bloco Carnavalesco

Resumindo: O Carnaval é, então,  uma data que antecede um feriado religioso, católico (Semana Santa). As pessoas já não pensam mais nisso, só querem beber e farrear, encher a cara e ficar com todas/todos. Eu não acho isso num geral uma coisa ruim – mas acabei me desgostando do Carnaval. Motivo: coisas exageradas demais, nunca tendem a dar resultados bons. Não estou dizendo que sou contra e que sou daquele tipo que sai fazendo protesto contra o Carnaval. É lindo ver o povo animado, extravasando e divertindo-se de forma saudável. Eu só acho que por conta dos exagerados, tudo acaba perdendo brilho. E, ah, como sempre, as pessoas esquecem que é uma data católica, ou seja: mais uma forma de “implantar” a religião no povo. Mas é só uma opinião. Aproveitem o Carnaval com responsabilidade: usem preservativos, divirtam-se e sejam felizes. Só tenham consciência disso. Afinal, tudo fica muito mais claro quando temos consciência do que estamos fazendo.

Abraços e até a próxima!!
Thamires.