Pelos finais felizes

FelicidadeEu tenho observado em muitos textos – inclusive nos meus – de livros, revistas, contos e afins que as pessoas sempre querem um final feliz. É engraçado, pois até mesmo aquela pessoa mais sombria, solitária, cria um final feliz, mesmo que da sua maneira.

Eu as entendo. É simplesmente a lei da Vida. Independente da sua religião, credo, filosofia de Vida, vamos sempre desejar um final feliz para qualquer coisa que escrevermos, pois é assim que nos enxergamos no futuro.

Querer um final feliz, é isso. Independente de quão magoado seja seu texto, triste, frio, cruel… Independente disso, pelo menos uma vez passou na sua cabeça tornar o final da(s) personagem(s) feliz. E isso não é ruim, acredite. O seu texto não vai ser bom devido ao seu fim clichê ou não. Porque a felicidade é o que almejamos e até pode parecer clichê… Mas se for bom o seu desenvolvimento, sua tese, seu livro vai vender.

Por isso, não tenha medo de arriscar em finais felizes. Os tristes são diferentes e mostram um lado subjetivo do ser humano, mas o feliz, sim, é o que desejamos. Isso é lei. Vamos escrever finais felizes, mas não clichês. Aqueles finais em que a pessoa luta muito para conseguir o que quer – e quem disse que final feliz é sinônimo de beijo na boca ou casamento?

Fica a reflexão de hoje, esse só é mais um pensamento que me incomoda.
Boa quinta-feira!
Thamires.

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